sexta-feira, 6 de junho de 2014

Os últimos passos lembram os primeiros

 

Várias razões levam-nos a crer que os desejos do ser humano vão de acordo com a idade, apesar de em algumas vezes crianças terem desejo de ter um carro elas conhecem as suas limitações, mesmo em algumas vezes fazerem pedido como “pai, quero um carro” elas sabem que o pai não o vai comprar naquele momento um carro de verdade, se não um brinquedo, afinal de contas trata-se de uma criança. Um brinquedo certo na hora certa satisfaz o desejo da criança. 

E veja só, a criança confia no pai, encarregado e/ou outra pessoa idónea que lhe possa proporcionar segurança que precisa. Crianças são diferentes,elas agem de acordo com o meio e da forma como elas são educadas, mas uma criança é sempre uma criança. A medida que ela vai crescendo, vai se dotando de certas habilidades, tendências e postura adquiridas durante a sua educação e em grupos onde esta inserida.



O que faz com que em algumas vezes jovens revestidos de boa educação no seio familiar decepcionem os pais?



 Sou da opinião de que existe uma pilha de coisas que influenciam, dependendo de cada caso. O próprio crescimento em si implica mudanças e traz consigo uma série de coisas que devem ser bem geridas durante o processo.


 É indispensável o acompanhamento por aquém de direito, de modo a estabelecer um anel de confiança entre as partes.

A paixão, ambição, vícios, responsabilidades e a constante busca de satisfação de seus desejos, chegam, e podem ser qualidades invejáveis para alguns mas também podem ser a ruína para os outros.


Os nossos primeiros passos irão sempre interferir nos últimos. O que fazemos hoje determina como será o amanhã.
Hélio Jorge Micas Senguaio

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